domingo, 23 de outubro de 2011

FEIRA DE MATEMÁTICA

MANDALA E A GEOMETRIA DAS TRANSFORMAÇÕES

Série atendida: 8º ano

Conteúdo: 

1.    Circunferência e seus elementos básicos (raio, diâmetro, corda, arco)
2.    Divisão da circunferência e polígonos inscritos
3.    Simetria
4.    Polígonos estrelados
5.    Arcos

Objetivos:

·         Ampliar o conhecimento sobre circunferências;
·         Trabalhar a coordenação motora fina e grossa através do desenho geométrico;
·         Criar o gosto pela arte e a simetria das formas;
·         Reconhecer elementos da circunfência e o seu uso no cotidiano.
·         Desenvolver autoconfiança, organização, concentração e o raciocínio lógico dedutivo e espacial;
·         Promover socialização e aumentar as interações do indivíduo com os colegas.

Materiais:

·         Folhas, diário de bordo;
·         Lápis de cor, régua, compasso, transferidor, esquadro;
·         Computador com software GeoGebra
·         Vidro.
·         Tinta vitral
·         Lápis, borracha.

Metodologia

            1ª aula – Apresentando o GeoGebra

Objetivo:

 - Aprender a usar o software
 - Aprender a usar o computador
            Nesta primeira aula, os alunos foram a sala de computação para se ambientar com o software Geogebra. Em um primeiro momento, eu levei apenas um aluno para que este aprendesse a usar para me ajudar como monitor. Após, a sala toda foi levada e o software foi apresentado a turma com o uso do datashow. As turmas foram divididas em duplas para a realização deste trabalho.



                2ª aula - Reconhecendo a circunferência

Objetivo:  Levar o aluno a:

 - Reconhecer uma circunferência e os elementos que a compõem.
- Relacionar a medida do raio com a medida de uma circunferência
- Diferenciar um círculo de uma circunferência.
- Entender o que é uma corda, ponto médio e mediatriz.
- Compreender o cálculo de peímetro e área de uma circunferência e um círculo.        
            Os alunos foram levados a sala de informática onde realizaram a seguinte tarefa:

ATIVIDADES (PROGRAMA GEOGEBRA)

Estudo do círculo: circunferência, raio, diâmetro e área 
1. Abra o software (programa) Geogebra.
2. Clique no menu Arquivo e selecione Gravar como. Digite o nome do arquivo (File name): Circunferência (Aluno 1 e Aluno 2). Salve o arquivo na pasta da sua turma. 
3. Selecione a ferramenta Inserir texto (IX/3) e clique sobre a área de trabalho, onde deseja que o texto apareça. Digite: Alunos: Nome completo 1 e Nome completo 2. Dê um Enter no teclado. Digite a Data. Clique em aplicar. 
4. Selecione a ferramenta Mover. Clique sobre o texto e segure o mouse pressionado e arraste-o para posicioná-lo melhor, caso não tenha ficado no lugar desejado.
5. Selecione a ferramenta Inserir texto (ABC) e clique sobre a área de trabalho, onde deseja que o título da atividade, apareça. Digite: Estudo do círculo: circunferência, raio, diâmetro e área. Clique em aplicar.
6. No menu Exibir clique em Eixo para que este fique oculto. 
7. No menu Exibir clique em Malhas para que estas fiquem ocultas.
8. Selecione a ferramenta Círculo definido pelo centro e um dos seus pontos. Clique na área de trabalho e quando aparecer o ponto A, afaste o cursor desse ponto e clique em outro lugar. Aparecerá o Círculo c, com centro no ponto A.
9. Selecione a ferramenta Segmento definido por dois pontos. Clique sobre o Ponto A e depois sobre o Ponto B. Aparecerá o segmento a que corresponde ao raio da circunferência.
10. Clique sobre o segmento a com o botão direito do mouse e selecione Renomear. Para Novo nome do Segmento a, digite: Raio.
11. Selecione a ferramenta Distância, comprimento ou perímetro. Aproxime o cursor do segmento raio e clique. A medida corresponde ao comprimento do raio da circunferência. 
12. Selecione a ferramenta Distância, comprimento ou perímetro. Aproxime o cursor da circunferência e clique. A medida corresponde ao comprimento da circunferência. 
13. Selecione a ferramenta Novo ponto e clique sobre qualquer ponto da circunferência. Surgirá o Ponto C.
14. Selecione a ferramenta Reta definida por dois pontos (III/1). Clique sobre o Ponto A e depois sobre o Ponto C. Surgirá a reta a.
15. Selecione a ferramenta Novo ponto. Há dois pontos de intersecção entre a circunferência e a reta a: um deles é o ponto C. Clique sobre o outro cruzamento da reta a com a circunferência c. Surgirá o Ponto D.
16. Selecione a ferramenta Exibir/esconder objeto e clique sobre a reta a. Ela ficará oculta e isso será percebido assim que você escolher outra ferramenta.
17. Selecione a ferramenta Segmento definido por dois pontos. Clique sobre o Ponto C e depois sobre o Ponto D. Aparecerá o segmento b que corresponde ao diâmetro da circunferência.
18. Clique sobre o segmento b com o botão direito do mouse e selecione Renomear. Para Novo nome do Segmento b, digite: diâmetro.
19. Selecione a ferramenta Distância, comprimento ou perímetro. Aproxime o cursor do segmento diâmetro e clique. A medida corresponde ao comprimento do diâmetro da circunferência. 
20. Clique com o botão direito do mouse sobre figura e selecione Propriedades. Selecione a guia cor e escolha a cor que desejar. Selecione a guia estilo e aumente a espessura da reta para 9 (nove) e o  preenchimento para  20. Depois clique em fechar. Mude a espessura e a cor do raio e do diâmetro.
21. Selecione a ferramenta Mover. Clique sobre o Ponto C mantenha o mouse pressionado e movimente-o. Observe o que acontece. Faça os mesmo com os pontos A e B.
22. Solicite a folha de exercícios.
Os alunos criaram a circunferência e definiram alguns conceitos do que era diâmetro e raio, e a sua relação com o perímetro e a área. Passamos posteriormente para o estudo das equações de perímetro e área e após fizemos alguns exercícios em sala.
            Nesta aula, trabalhamos o que é circunferência e quais são os elementos que a compõem. Para melhor ilustrar, os alunos fizeram uma atividade no GeoGebra para melhor ilustrar.
            Os alunos construíram e manipularam uma circunferência a fim de reconhecer elementos que a compunham. Responderam a um questionário acerca do tema que segue em anexo.








A criatividade foi o ponto forte, os alunos fizeram a atividade rapidamente e demonstraram todo o seu potencial, através do uso do software e também nos exercícios em classe.
Para finalizar os alunos fizeram uma tarefa onde tinham que fazer bichinhos usando apenas circunferências. Cada dupla fez o seu.
3ª aula – Aprendendo a dividir a circunferência, polígonos inscritos e estrelados.

Objetivo:

Levar o aluno a:
-  Dividir a circunferência em partes congruentes
- Inscrever polígonos em circunferências
- Desenhar polígonos estrelados
            Trabalhei com os alunos o conceito de divisão de circunferência, inclusive o processo de Rinaldini. Foram feitos trabalhos de divisão de circunferência e inscrição de diversos polígonos regulares. Foi trabalhado o conceito de estrelas e falsas estrelas e os alunos fizeram a atividade a seguir no computador e posteriormente em folhas, que foram anexadas ao Diário de Bordo das duplas.
        Os alunos primaram pela criatividade e pela participação. O trabalho rendeu bons frutos.
O texto a seguir foi usado como base para a construção no GEOGEBRA.






4ª aula – Concordância e arcos

Objetivos:

Levar o aluno a:
- Reconhecer arcos de diferentes tipos e amplitudes
- Traçar arcos variados
- Saber reconhecer uma concordância entre arcos
 - Reconhecer figuras formadas por arcos.
            Nesta aula trabalhamos o conceito de semicircunferência e arco. Trabalhamos também o conceito de concordância e para melhor ilustrar, fomos a sla de computação para criar o tangran oval, que a cordância entre diversas circunferências.
            O mais engraçado foi que os alunos, disseram preferir fazer esse tipo de desenho no papel, em vez do computador.
            Mais uma vez, adorei ver sua criatividade e participação.
Atividade no Geogebra - Construção do Tangran Oval
1 – Desenhe uma circunferência de raio 8 cm. Marque o ponto A e em seguida, crie o diâmetro AB. Trace a mediatriz de AB, dividindo a circunferência em 4 partes. Marque os pontos C e D, na interseção da mediatriz com a circunferência.
2 – Com a ponta seca em A, e a outra ponta em B, trace um arco de circunferência até encontrar a mediatriz. Faça o mesmo colocando a ponta em B e traçando o arco até encontrar a mediatriz.
3 – Trace o segmento BC e prolongue até chegar ao arco, marque nele o ponto E. Faça o mesmo traçando AC e prolongue até o arco, marque nele o ponto F.
4 – Desenhe uma circunferência de centro em C e raio EC. Marque o ponto G na interseção da circunferência desenhada com a mediatriz.
5 – Desenhe outra circunferência, com raio igual a anterior, que passe por D (é só colocar a ponta do compasso que tem o lápis sobre D e fixar a ponta seca na mediatriz. Lembre-se: marque na mediatriz o ponto I que foi o centro dessa circunferência).
6 – Marque os ponto H e J na interseção desta circunferência com o diametro AB.
7 – Trace o tangran oval e colora bem bonito. Lembre-se do seu nome e do título – Concordância entre circunferências.

Serão então dois Tangrans Ovais por dupla. Escolham 1 e entreguem como fizeram. O outro recortem e criem a figura abaixo. Cole em uma folha e entreguem com o nome: Tangran Oval e manipulações e o nome da dupla.

Para entregar: Um tangran Oval desenhado, completo e colorido e outro tangran oval na forma acima, ambos com o nome da dupla.


5ª aula – Simetria e Homotetia

Objetivo:

Levar o aluno a:
 - Identificar a simetria axial em elementos do seu cotidiano
- Identificar o eixo de simetria das figuras.
- Reconhecer objetos rotacionados ou transladados em seu cotidiano
 - Aumentar ou diminuir objetos utilizando os conceitos de homotetia.
            Nesta aula, levei os alunos a biblioteca para assistirem ao filme Simetrias, disponível em http://www.youtube.com/watch?v=mWD_-BCaawg. Após, fomos a sala onde demonstrei alguns exemplos de simetria. Os alunos fizeram algumas atividades acerca do tema, que foram anexadas em seus Diários. Para finalizar, falei acerca do plano cartesiano e a reflexão nele.
            Fomos a sala de informática e os alunos procederam a realização das atividades em anexo:
Conceitos explorados: pontos, polígonos, segmentos, pontos simétricos, polígonos simétricos.

ATIVIDADES (PROGRAMA GEOGEBRA)

SIMETRIA

1. Abra o software (programa) Geogebra.
2. Clique no menu Arquivo e selecione Gravar como. Digite o nome do arquivo (File name): Simetria (Aluno 1 e Aluno2). Salve o arquivo na pasta da sua turma.
3. Selecione a ferramenta Inserir texto e clique sobre a área de trabalho, onde deseja que o texto apareça. Digite: Alunos: Nome completo 1 e Nome completo 2. Dê um Enter no teclado. Digite a Data. Clique em aplicar. 
4. Selecione a ferramenta Inserir texto e clique sobre a área de trabalho, onde deseja que o título da atividade, apareça. Digite: SIMETRIA. Clique em aplicar.
5. Clique com o botão direito do mouse sobre o título da atividade e selecione  Propriedades. Selecione a guia Cor e escolha um tom de verde. Escolha a guia Texto e mude o tamanho da fonte (letra) para 18 e clique em N para que o texto fique em negrito. Depois clique em fechar.
6. Selecione a ferramenta Deslocar eixo. Clique sobre a janela de geometria, segure  o mouse pressionado e posicione a origem dos eixos no lado esquerdo inferior.
7. No menu Exibir clique em Eixos para que estes fiquem ocultos, caso estejam visíveis.
8. Clique no Menu Opções. Selecione Rotular e depois Apenas para Pontos Novos.
9. Selecione a ferramenta Novo ponto. Construa os seguintes pontos sobre o plano cartesiano: A=(7, 2)  e  B=(7, 9). 
10. Selecione a ferramenta Segmento definido por dois pontos. Clique sobre o ponto A e depois sobre o ponto B. 
11. Vamos aprender outra maneira de colocar os pontos na janela geométrica. Vamos usar o comando de entrada que está localizado na parte inferior da tela. Se essa janela não estiver aparecendo, clique no Menu Exibir e selecione Campo de entrada.
12. Para colocar os pontos no plano cartesiano usando o campo de entrada, digite na janela Entrada: C=(8,2)  e dê um Enter. Atenção: a letra que representa o ponto precisa ser maiúscula. Use o mesmo procedimento para criar os pontos: D = (12, 2)    E = (12, 4)    F = (10, 5)    G = (13, 9) e  H = (8, 8) 
13. Selecione a ferramenta Polígono. Aproxime o cursor do ponto C e quando aparecer o enunciado “Ponto C” clique sobre ele. Depois clique em D, em E, em F, em G, em H e novamente no ponto C. Você construiu o polígono CDEFGH.
14. Clique com o botão direito do mouse sobre o polígono e selecione Propriedades. Selecione a guia cor e escolha uma cor que desejar. Selecione a guia estilo e aumente a espessura da reta para 10 (dez) e o preenchimento para 50. Depois clique em fechar.
15. Selecione a ferramenta Reflexão com relação a uma reta (VIII/1). Clique dentro do polígono e depois sobre o  segmento AB. Surgirá o polígono C’D’E’F’G’H’. 
16. Use o procedimento do passo 14 para pintar o polígono C’D’E’F’G’H’
17. Selecione a ferramenta Mover (I/1). Movimente os pontos em azul e o segmento AB. Observe o que acontece.

E dá-lhe concentração. No começo eles demoravam a aula inteira para fazer as atividades, agora fazem tudo em no máximo 15 minutos, e com competência.

                   
            Cada aluno recebeu uma borboleta e teve que a completar. A criatividade foi grande, os alunos usaram espelhos e até a janela como meio de completar a borboleta.
            Na simetria por translação e reflexão, os alunos usaram a criatividade para reproduzir a palavra amor. Foi muito interessante ver como procediam em suas estratégias para completar a atividade.


Translação  - Translade a palavra amor em 12 cm.

Reflexão – Faça a reflexão da palavra amor


Na rotação, os alunos usaram o compasso e transferidor. Ficaram bastante irritados por as suas estrelas não sairem perfeitas, mas, todas as atividades foram um show a parte.



Na homotetia, a dificudade foi fazer caber a flor pequena, mas, no final tudo deu certo.

6º aula – Pesquisa sobre o tema

Objetivos:

Levar o aluno a:
- Conhecer um pouco sobre a arte das mandalas e o seu significado
- Trabalhar a coordenação motora fina e grossa
- Avaliar o conhecimento adquirido até agora
        Depois de termos estudado todos os conceitos que são necessários a construção da mandala, chegou a hora de conhecê-la. Os alunos pesquisaram acerca do tema e escreveram um resumo em seus Diários. Coloriram alguns exemplos e criaram uma mandala no papel.

Texto dado aos alunos como fonte de pesquisa em sala

Mandala (मण्डल) é a palavra sânscrita que significa círculo, uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. De fato, toda mandala é a exposição plástica e visual do retorno à unidade pela delimitação de um espaço sagrado e atualização de um tempo divino.
Nas sociedades primitivas, o ciclo cósmico, que tinha a imagem de uma trajetória circular (circunferência), era identificado como o ano. O simbolismo da santidade e eternidade do templo aparece claramente na estrutura mandálica dos santuários de todas as épocas e civilizações. Uma vez que o plano arquitetônico do templo é obra dos deuses e se encontra no centro muito próximo deles, esse lugar sagrado está livre de toda corrupção terrestre. Daí a associação dos templos às montanhas cósmicas e a função que elas exercem de ligação entre a Terra e o Céu. Como exemplo, temos a enorme construção do templo de Borobudur, em Java, na Indonésia. Outros exemplos que podemos citar são as basílicas e catedrais cristãs da Igreja primitiva, concebidas como imitação da de Jerusalém Celeste, representando uma imagem ordenada do cosmos, do mundo.
A mandala como simbolismo do centro do mundo dá forma não apenas as cidades, aos templos e aos palácios reais, mas também a mais modesta habitação humana. A morada das populações primitivas é comumente edificada a partir de um poste central e coloca seus habitantes em contato com os três níveis da existência: inferior, médio e superior. A habitação para ele não é apenas um abrigo, mas a criação do mundo que ele, imitando os gestos divinos, deve manter e renovar. Assim, a mandala representa para o homem o seu abrigo interior onde se permite um reencontro com Deus. Um exemplo bem típico brasileiro de mandala, a partir da arquitetura, é a planta superior da Catedral de Brasília.
Em termos de artes plásticas, a mandala apresenta sempre grande profusão de cores e representa um objeto ou figura que ajuda na concentração para se atingir outros níveis de contemplação. Há toda uma simbologia envolvida e uma grande variedade de desenhos de acordo com a origem.
Originalmente criadas em giz, as mandalas são um espaço sagrado de meditação. Atualmente são feitas com areia originárias da Índia. Normalmente divididas em quatro secções, pretende ser um exercício de meditação e contemplação. O objetivo da arte na cultura budista tibetana é reforçar as Quatro Nobres Verdades. As mandalas são consideradas importantíssimas para a preparação de iniciadores ao Budismo, de forma a prepará-los para o estudo do significado da iluminação.
O processo de construção de uma mandala é uma forma de meditação constante. É um processo bastante lento, com movimentos meticulosos. O grande benefício para os que meditam a partir da mandala reside no fato de que a imaginaram mentalmente construída numa detalhada estrutura tridimensional.
No processo da construção de uma madala, a arte transforma-se numa cerimônia religiosa e a religião transforma-se em arte. Quando a mandala está terminada, apresenta-se como uma construção extremamente colorida. Depois do ciclo é desmanchada, a areia é depositada, geralmente, na água. Apenas uma parte é guardada e oferecida aos participantes.
Um monge inicia a destruição desenhando linhas circulares com seu dedo, depois espalham a areia e a colocam em uma urna. Quando a areia é toda recolhida, eles apagam as linhas que serviram de guia à construção e despejam a areia nas aguas do rio.

Natureza

Quando você pensa da Mãe Natureza, graciosa, formas arredondadas vêm à mente. Ela é, naturalmente, a origem ou a mãe para Mandalas. Curvas, arcos, bobinas, círculos e espirais são expressos como brotos, gavinhas, sementes, bolhas, flores, ninhos e muito mais.Dos ciclos dos dias e das estações para os detalhes físicos de plantas e animais, a partir do microcosmo de uma célula para o macrocosmo do sistema solar, é todas as variações sobre um único tema circular, linda em toda sua variedade. Nas nossas oficinas, vamos explorar esse princípio natural de organização mais profundamente, até a mecânica do movimento natural. 

Índia
Embora a Mandala palavra é usada de uma forma quase genérica hoje para descrever projetos circular, a própria palavra nos vem do idioma hindu antiga do sânscrito. Seu significado, literalmente, é "container da essência sagrada".Ao estudar Mandalas mais e mais, você vai vir a perceber a verdade dessa definição! É particularmente oportuno quando se considera a arquitetura sagrada do stupa (templo).
A forma tradicional e familiar do Mandala estruturado ou geométrico, tal como a conhecemos hoje, também se originou na Índia. É mais freqüentemente associado com o Budismo desde a criação de Mandalas para a iluminação foi ensinado por Sidarta Gautama, conhecido como o Buda, no século 6 aC No entanto, na Índia o histórico do budismo e do hinduísmo estão intimamente ligados, ea Mandala faz parte do espiritual hindu prática, também. Verdade seja dita, Mandalas começou na Índia muito antes de etiquetas atuais para a prática re ligious sequer existia. Na pré-história da Índia, a Mandala não era mesmo a arte visual.Esta origem intrigante e surpreendente é algo que explorar mais nas oficinas.
A história da Mandala é muito rica. Além da Índia, muitos países e culturas ao redor do mundo têm produzido Mandalas. Todos têm uma função espiritual e cura, bem como simbolismo. Aqui estão apenas alguns deles.

Celta

Coleção de Lily Mazurek
A característica mais notável e mais queridos dos desenhos Celtic é, naturalmente, a qualidade surpreendente de linha. Normalmente uma linha ininterrupta twirls e espirais em uma infinidade de padrões e figuras. O cruzamento repetido da linha, sobre si mesmo, foi acreditado para aumentar a proteção e afastar o mal.Talvez esperava-se que o mal poderia perder o seu caminho no labirinto de loops! Em um projeto celta chamado de "nó de amor", o fluxo contínuo de uma única linha simboliza o caminho do verdadeiro amor, brevemente vagando aqui e ali por um tempo, mas sempre voltando para casa para o começo. Outros projetos Mandala, como aqueles em lápides ou cruzes célticas simbolizam a continuidade dos ciclos da vida e da conexão de todas as coisas vivas.
Cristão 

A tradição cristã está repleta de mandalas, de halos de oculi arquitectónico, a rosáceas. Depois, há o padrão de mármore abriu no chão da Catedral de Chartres, na França, que é um projeto Mandala conhecido como um labirinto. Tem sido a principal inspiração para muitos labirintos criados na última década, particularmente nos Estados Unidos. Feito com distintivo azulejos azuis e brancos colocados em quadrantes, o labirinto de 12 circuito foi utilizado para início de reflexão e penitência na entury c 13. Por incrível que pareça, é o mesmo tamanho e forma como a rosácea acima dela. Por isso foi construído dessa maneira e do efeito que tem sobre as pessoas é algo que vamos discutir nas nossas oficinas.
Islâmico 

No Islã, a arte mais sagrada consiste em abstrações ou formas geométricas, como quadrados dentro de círculos.Entende-se que Deus está presente em tudo, para que uma representação específica do Divino não é necessário e é mesmo considerado blasfemo. Como com a stupa indiana, uma mesquita sagrada torna-se uma mandala com a cúpula representa o céu e levantando pessoas corações e mentes para Deus.
Navajo 

Na América do Norte, o povo Navajo produziu algumas das estruturas mais interessantes Mandalas incluindo pinturas de areia, apanhadores de sonho, e rodas de medicina. Com as pinturas de areia, seu simbolismo incluídos animais e forças da natureza. No Nível I Workshop vamos explorar mais detalhadamente o fascinante como e porquê destas Mandalas nativas produzidas por homens e mulheres medicina.
Tibetano

Talvez alguns dos melhores Mandalas conhecidos hoje são os belos desenhos feitos de mármore em pó e pedras semi-preciosas, criada por monges tibetanos. A palavra tibetana para mandala é kyil-kor, que significa "centro do universo em que habita um ser totalmente desperto".Novamente, a verdade desta definição se torna mais evidente, quanto mais você criar Mandalas e compartilhar informações com os outros. Nas oficinas, discutimos o propósito da Mandala tibetana e, especificamente, o que ele representa para os monges que os fazem.
Junguiana

Crédito: Recolha de CGJung
Podemos agradecer psicólogo suíço Carl Gustav Jung para a introdução do mandala para o mundo ocidental. A partir de suas experiências e as de seus pacientes, temos uma definição mais ampla e mais livre aplicação da mandala do que existia originalmente. Jung defendeu a mandala espontânea em contraste com a pré-planejados, mandalas geométricas que existiam anteriormente em culturas ao redor do mundo. Onde mandalas religiosas muitas vezes têm um conteúdo especificado e formato, mandalas pessoais, suc h como aqueles promovida por Jung são ilimitadas em seu estilo, formato e símbolos. Sabíamos que representavam mandalas do universo, mas graças a Jung, agora sabemos que elas também representam o universo do Self. As mandalas que produzimos em nossas Oficinas Mandala tendem a ser mais junguiana e orgânicos no estilo do que os encontrados em outros lugares ao redor do mundo.

Fonte (Wikipédia.org.br)


7ª aula – Avaliação Final

Os alunos tiveram suas mandalas escaneadas e reconstruiram-na no computador usando o geogebra. Essas mandalas recriadas foram impressas e os alunos a pintaram em vidro. Para efeito de pontuação, esse trabalho foi avaliado por mim na parte matemática, por Regina, professora de artes, pela criatividade e beleza e pela supervisora pela organização e capricho.
A avaliação final se deu pela criação de um roteiro de como se criar a mandala do aluno no geogebra. Eles trocaram seus roteiros e seus colegas avaliaram a facilidade ou dificuldades em sua execução.










Conclusão
Adorei trabalhar com o geogebra, e como verão a seguir, meus alunos também. Foram aulas prazerosas em que TODOS participaram sem exceção. Tive alunos brilhantes, outro, preguiçosos, podiam ter feito muito além do que produziram, mas, no final, as redações precisas me fizeram ver o quanto eles cresceram. Ainda falta muito para chegarmos ao final desta jornada acadêmica, mas, eu e eles aprendemos muito com esse trabalho.
Agradeço desde já, a Guilherme, pela paciência, a Adenilde pela paciência, presteza e ajuda incansável. As auxiliares de limpeza, pela paciência na bagunça, enfim, a todos que contribuiram com esse trabalho.
E no final todos nós saimos mudados por essa experiência.
Bibliografia
Sites visitados:
Base deste projeto
Anexos
- Diário de bordo
- Atividades avaliativas

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